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A linha divisória - Inspiração Juvenil 30.08.2019

30 AGO 2017
30 de Agosto de 2017
E aquele que guarda os Seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. 1 João 3:24
Depois da advertência contra o culto à besta e sua imagem, a profecia declara: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12). Visto os que guardam os mandamentos de Deus serem colocados em contraste com os que adoram a besta e sua imagem, e recebem o seu sinal, é claro que a guarda da lei de Deus, por um lado, e sua violação, por outro, deverão assinalar a distinção entre os adoradores de Deus e os da besta.
A característica especial da besta e, portanto, de sua imagem, é a violação dos mandamentos de Deus. Diz Daniel a respeito da ponta pequena, o papado: “Cuidará em mudar os tempos e a lei” (Dn 7:25). E Paulo intitulou o mesmo poder “o homem do pecado” (2Ts 2:3), que deveria exaltar-se acima de Deus. Uma profecia é o complemento da outra. Unicamente mudando a lei de Deus é que o papado poderia exaltar-se acima do Criador. Qualquer pessoa que, conscientemente, guarde a lei assim modificada estará prestando suprema honra ao poder pelo qual se efetuou a mudança. Esse ato de obediência às leis papais seria um sinal de vassalagem ao papa em lugar de Deus.
O papado tentou mudar a lei de Deus. O segundo mandamento, que proíbe o culto às imagens, foi omitido da lei, e o quarto foi mudado de molde a autorizar a observância do primeiro dia em vez do sétimo, como sábado. No entanto, os romanistas apresentam como razão para omitir o segundo mandamento o fato de ele ser, supostamente, desnecessário, achando-se incluído no primeiro. Acreditam que estão apresentando a lei exatamente como era o desígnio de Deus que ela fosse compreendida. Essa não pode ser a mudança predita pelo profeta. É apresentada ainda outra mudança, intencional, com deliberação. “Cuidará em mudar os tempos e a lei.” A mudança no quarto mandamento cumpre exatamente a profecia. Para isso, a única autoridade alegada é a da Igreja. Aqui o poder papal se coloca abertamente acima de Deus.
Enquanto os adoradores de Deus se distinguirão especialmente pelo respeito ao quarto mandamento – dado o fato de ser esse o sinal do poder criador divino, e testemunha de Seu direito à reverência e homenagem do ser humano – os adoradores da besta serão reconhecidos por seus esforços em derrubar o monumento do Criador e exaltar a instituição de Roma (O Grande Conflito, p. 445, 446).
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